A Maratona Feminina de Nagoya 2023 foi realizada neste domingo (12), e Ruth Chepngetich, do Quênia, faturou o bicampeonato com o tempo de 2:18:08. Ela faturou 250 mil dólares (cerca de R$ 1,3 milhão), maior premiação da história das maratonas. No ano passado, a corredora terminou a provacom 2:17:18. O pódio foi completado pelas japonesas Ayuko Suzuki, com 2:21:52, e Honami Maeda, com 2:22:32.
Ruth Chepngetich saiu do primeiro pelotão logo no início da prova e tomou a liderarança a um ritmo ainda mais rápido do que no ano passado. Depois do quilômetro 30,o clima quente fora de época fez com que o diminuísse um pouco, mas nada que impedisse a vitória tranquila com quase três minutos de diferença.
- Foi desafiador. Estou orgulhosa do meu desempenho na Maratona Feminina de Nagoya. Agradeço aos fãs e a todos pelo apoio que recebi - comentou Ruth Chepngetich após a vitória.
Segunda colocada, Ayuko Suzuki, atleta olímpica de Tóquio-2020, deixou o resto do pelotão após o quilômetro 31 e continuou até o segundo posto com um novo recorde pessoal (2:21:52). A compatriota olímpica japonesa, Honami Maeda, também acelerou e seguiu Ayuko para terminar em terceiro lugar com 2:22:32, também sua nova melhormarca pessoal que a qualificou pararepresentar o Japão nos Jogos Olímpicos de Paris.
Paralelamente àcorrida de elite, muitas corredoras juntaram-se à maior maratona feminina do mundo. No total, foram 12.387 participantes etodas as mulheres que completaram a prova receberam o tradicional pingente projetado exclusivamente pel Tiffany & Co.
Foi a primeira vez em quatro anos que a corrida voltou a ser aberta para atletas internacionais que não fazem parte da elite. A restrição nos anos anteriores aconteceu em razão da pandemia de Covid-19.